Sejam Bem-Vindos ao Blog MOVIMENTOS SOCIAIS

Integrantes do grupo:

Clébio Tadeu Lucchi; Elaine da Silva Ferraz; Felipe Kosloski
Jornada Favaro; Marcia Baptista Merlo; Marcia Angelo
Marinalva Mendes; Maria Selma de Aguiar; Taísa Vilela Pelissari

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

PROPAGANDA MACHISTA

Fotos: Fábio Pozzebom/ABr e Divulgação
O Conar (Conselho Nacional de Autoregulação Publicitária) agendou para esta quinta-feira (13) o julgamento do “processo ético 225/11.”
Refere-se a uma representação formulada por Iriny Lopes, ministra-chefe da Secretaria de Políticas para as Muheres da Presidência da República.
Datado de 26 de setembro de 2011, o documento da ministra pede que seja retirada do ar propaganda da empresa Hope.
Estrelada pela modelo Gisele Bündchen, a campanha que abespinhou Iriny é composta de três peças. Podem ser assistidas aqui,aqui e aqui.
Em sua representação, cuja íntegra está disponível aqui, a ministra anota:
A publicidade “intima as mulheres brasileiras a fazerem uso de seu ‘charme’ (exposição do corpo e insinuações) para amenizar possíveis reações de seus companheiros frente a incidentes do cotidiano.”
Algo que, a seu juízo, “promove o reforço do estereótipo equivocado da mulher como mero objeto sexual de seu marido e ignora os grandes avanços que temos alcançado para descontruir práticas e pensamentos sexistas.”
Para Iriny, a publicidade, por seu “conteúdo discriminatório contra a mulher”, infringiu o artigo 1da Constituição, que prevê em seu segundo inciso o “respeito à dignidade da pessoa humana.”
Acha que houve afronta também ao artigo 5do texto constitucional, que anota no inciso primeiro: “homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações.”
De resto, a ministra invoca como fundamento do seu pedido trêsartigos do Código de Ética do Conar: 19, 20 e 21. Rezam o seguinte:
- Artigo 19: Toda atividade publicitária deve caracterizar-se pelo respeito à dignidade da pessoa humana, à intimidade, ao interesse social, às instituições e símbolos nacionais, às autoridades constituídas e ao núcleo familiar.
- Artigo 20: Nenhum anúncio deve favorecer ou estimular qualquer espécie de ofensa ou discriminaçãoo racial, política, religiosa ou de nacionalidade.
- Artigo 21: Os anúncios não devem conter nada que possa induzir a atividades criminosas ou ilegais –ou que pareça favorecer, enaltecer ou estimular tas atividades.
Criado em 1980, o Conar é uma entidade de direito privado que tem como missão “impedir que a publicidade enganosa ou abusiva cause constrangimento ao consumidor ou a empresas.”
O conselho age por iniciativa de seus diretores ou quando provocado por “denúncias de consumidores, autoridades e associados.” A queixa de Iriny encaixa-se no segundo caso.
As denúncias são julgadas por um Conselho de Ética, que confronta as representações com a defesa dos acusados.
O histórico do conselho demonstra que os resultados dos julgamentos costumam ser acatados por empresas e agências publicitárias que assinam os comerciais questionados.
No caso da publicidade de calcinhas e sutiãs da Hope, a representação de Iriny Lopes, seja qual for o resultado, surtiu efeito inverso do pretendido.
A intervenção da ministra produziu uma polêmica que deu ao comercial que se pretende proibir uma visibilidade inaudita.
Concebidas para a televisão, as peças protagonizadas por Gisele correram a internet, ganharam as páginas dos jornais e das revistas.
Ainda que prevaleça no Conar, a ministra já desceu à crônica do anúncio como a maior propagadora do suposto “reforço do estereótipo equivocado da mulher como mero objeto sexual.”
No Planalto, órgão ao qual a secretaria de Iriny está vinculado, a ação da ministra foi recebida com reservas.
Os críticos mais amenos tacham a representação ao Conar de “desnecessária”. Os mais severos qualificam a iniciativa de “desastrosa”.

https://www.youtube.com/watch?v=L8rWxKbrOPA&feature=player_embedded

MACHISMO DAS PROPAGANDAS DE BEBIDAS ALCOÓLICAS

Em dezembro de 2010, o COMNEGRAS, Centro de Orientação Jurídica e Psicossocial às Mulheres Negras do Observatório Negro (PE), mobilizou ativistas e organizações de mulheres negras para ingressarem com denúncia contra a Schincariol, proprietária da marca de cerveja Devassa, por realizar campanha publicitária de forte conteúdo sexista e racista na sua linha "Devassa Negra".
A partir dessa mobilização, feita também através de internet, foram encaminhadas pelo país diversas denúncias para o Ministério Público Federal em São Paulo, sendo aberto procedimento na Divisão de Tutela Coletiva, coordenado pelo procurador Dr. Jefferson Dias.

Em julho de 2011, foi realizada reunião com a presença de uma representante do COMNEGRAS e dois advogados da Schincariol. Apesar de o Dr. Jefferson Dias não ter considerado a publicidade discriminatória, ficou definido, por acordo, a realização de um encontro entre a equipe de marketing da Schincariol e os movimentos de mulheres, para que fosse apresentada a posição das mulheres em relação às publicidades de cerveja diante desta equipe com o objetivo de avançar algum diálogo que conduza a uma solução do conflito. Serão realizados dois encontros, um em Recife/PE, sob a responsabilidade do Observatório Negro; e outro em São Paulo/SP, pelo Geledés – Instituto da Mulher Negra.

Com as dificuldades de agendas de ambas as partes, a definição das datas acabou acontecendo apenas hoje à tarde, uma vez que dependíamos da Equipe da Schincariol para definição do local, que é a responsável pela questão financeira do evento. O evento contará, inclusive, com a presença do Diretor de Marketing da Schincariol.

Por todas as razões que conhecemos de sobra, estamos fazendo essa mobilização relâmpago, convocando a toda/os para esse diálogo, inclusive para não arriscarmos nos fragilizar diante da representação da Schincariol, que continua lançando mão de estratégias de enfraquecimento da nossa mobilização.

Em anexo, as propagandas objetos da Ação.

Contamos com a presença de toda/os!!!



DATA: 04 de novembro de 2011



LOCAL: HOTEL SLAVIERO EXECUTIVE JARDINS 



Alameda Campinas, 1435, Jardins, São Paulo/SP



HORÁRIO: das 9:00 ás 13:30 horas

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Plano de Ação

CAPACITAÇÃO PARA MULHERES DO MUNICÍPIO DE PINHEIROS 
        PARA SE TORNAREM MICRO EMPREENDEDORAS INDIVIDUAIS

OBJETIVO
Tendo em vista os textos apresentados no módulo, com destaque para os da unidade 4, que nos apresentam a luta das mulheres, durante décadas por espaço no mercado de trabalho e por mais oportunidades na vida social e econômica, nossa proposta visa orientar, capacitar e buscar mudar a realidade das mulheres de baixa renda de Pinheiros/ES, sobretudo as que participam de cursos oferecidos pela prefeitura, como os cursos do CRAS (Centro de Referencia de Assistência Social). Percebemos, que a prefeitura já oferece a técnica por meio de cursos profissionalizantes, mas muitas mulheres, depois, não sabem como por em prática e levar adiante esses cursos. Nosso objetivo é orientar, por meio de capacitações, essas mulheres a se tornarem empreendedoras e a vender seu produto ou serviço.
JUSTIFICATIVA
Os principais aspectos em que a exclusão se apresenta dizem respeito à falta de acesso ao emprego, a bens e serviços, e também à falta de segurança, justiça e cidadania. Posto isto a melhor forma para dar inicio a mudanças neste meio é através de orientações e capacitações.
Sabe-se que as relações entre homens e mulheres, ao longo dos séculos, mantêm caráter excludente. São assimiladas de forma bipolarizada, sendo designada à mulher a condição de inferior. Sendo assim, a relação de gênero formada por homens e mulheres é norteada pelas diferenças biológicas, geralmente transformadas em desigualdades que tornam o ser mulher vulnerável à exclusão social. A exclusão que atinge a mulher se dá, às vezes, simultaneamente, pelas vias do trabalho, da classe, da cultura, da etnia, da idade, da raça, e, assim sendo, torna-se difícil atribuí-la a um aspecto específico.
Infelizmente a realidade do município de Pinheiros segue nesta trilha, o que faz com que as mulheres fiquem em suas casas, muitas vezes afastadas do trabalho, da comunidade e até deixam de participar de atividades realizadas pela Prefeitura e entidades que possam beneficiá-las, por isso acabam ficando excluídas da sociedade. Na maioria das famílias os homens trabalham para o sustento da casa e a mulher fica responsável pelo trabalho domestico e com a responsabilidade de cuidas dos filhos. Ressalta-se que muitas mulheres não têm companheiros, vivem com os filhos e sobrevivem com os benefícios do Governo.
 DESCRIÇÃO DA AÇÃO
1ª – por meio de parceria, já desenvolvida com o SEBRAE, estaríamos reunindo essas mulheres, para orientá-las sobre como ser um Empreendedor Individual, quais os benefícios e o que precisam.
2º – capacitação com funcionários do Nosso Crédito e do Banco do Nordeste, parceiros da administração, para orientar das possibilidades de crédito oferecidos para os pinheirenses.
As capacitações além de orientar vão dar suporte para as mulheres que freqüentam os cursos, colocarem em prática e vender seu produto de forma certa e adequada, para assim poderem aumentar e contribuir com a renda familiar e, sobretudo, se sentirem incluídas e participantes na sociedade.

CRONOGRAMA
                                        Ações                                       
Out.
Nov.
Dez.
Jan.
Planejamento das ações
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Seleção das mulheres participantes dos cursos do CRAS por meio de pesquisas.
x



Reuniões com as mulheres que participarão das capacitações
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x
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Reuniões das mulheres com o SEBRAE

x


Reuniões das mulheres com o Banco do Nordeste e Nosso Crédito


x

Avaliação e monitoramento das atividades a serem realizadas.
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x
x
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POPULAÇÃO BENEFICIADA
A população beneficiada será as mulheres do município que se enquadram no perfil de baixa renda, conforme a classificação da legislação pertinente.

Mulheres Pinheirenses participam de cursos profissionalizantes no CRAS

 

        As pinheirenses que participam dos cursos oferecidos pelo CRAS (Centro de Referência a Assistência Social) se organizam, com apoio e intermédio da Prefeitura Municipal, para participar de mutirões em feiras e nas escolas, com intuito de apresentar seus produtos e serviços para a comunidade e de dar seu apoio a ações do município, como a Feira da Cidadania do Lion Clube, reunião de pais, entre outros. Desde 2010 foram capacitadas aproximadamente 1000 mulheres. Hoje além da sede do município, três comunidades rurais são atendidas pelos cursos (São João do Sobrado, Lagoa Seca e Brunelli), fruto da luta e reivindicação das mulheres do interior pelas mesmas oportunidades oferecidas à mulher da cidade. Elas se juntaram, formaram uma comissão e apresentaram a administração o desejo de também fazerem parte dessa oportunidade de inclusão profissional e de aumento da renda familiar, por meio dos cursos profissionalizantes. Para o ano de 2012 tem-se a previsão de ampliar os cursos para a comunidade da Vila Fernandes. Os cursos oferecidos são: biscuit, cabeleireira, manicure, boneca, ponto russo, bordado, pintura e crochê.

domingo, 31 de julho de 2011

Conheça um pouco mais dos movimentos sociais de Pinheiros.


                Entrevista com Vilmar Teixeira, um dos membros da Unesp (União dos Estudantes de Pinheiros), forte e reconecido movimentos social, sendo seu primeiro presidente. Juntos conseguiram muitas melhorias para o municipio, como: construção das escolas Nossa Senhora de Lourdes, Juraci Cardoso Viana, o grupo também contribuiu, por meio da luta agrária, para formação do primeiro Assentamento do Município o Nova Vitória.Depois se engajaram no movimentos culturais, criando o Festival da Canção de Pinheiros (Fescap), que fez muito sucesso atraindo públicos de Brasil.

Movimento contra a Violência - 16/07/2011



Representantes das igrejas e dos comerciantes se reunirão para
dar um basta contra a violência em Pinheiros.

                             

         Autoridades religiosas e representantes dos comércio subiram ao palanque para dar seus depoimentos, relatar experiências e cobrar das autoridadse responsáveis respostas e atitudes em relação à "onda" de assaltos e violência que vem ocorrendo no município. Para demontrar a forte indignação e o medo os representa do comércio se dispuserama a abrir seus estabelecimentos mais tarded em pleno sábado e em forma de protesto todos trabalharam dee preto.Em forma de patriotismo e mostrando que ainda têm esperança de um Brasil melhor, o Hino Nacional foi entoado duas vezes.

Em meio as faixas pedindo fim da violência e cobrança resposta
das autoridades, um cidadão clamara por PAZ.
Além de trabalhar de preto os donos de lojas vestiram seus
manequins na mesma cor.







Apresentação

Políticas Públicas 
Observa-se que, a atividade política dos governos se destina à tentativa de satisfazer as demandas que lhes são dirigidas pelos atores sociais e políticos, para tal, são utilizados os procedimentos formais e informais que culminam com a elaboração das políticas públicas de governo. Estas nada mais são do que as decisões e ações políticas, que após formuladas são implementadas mediante órgãos e outros mecanismos existentes, e a sociedade por sua vez deseja maior participação na elaboração e na avaliação dessas políticas públicas na tentativa de obter resultados positivos e eficaz em relação as demandas sociais no intuito de uma melhor qualidade de vida.

Movimentos sociais 

Como vimos no Modulo I, a atuação da sociedade civil desencadeia os movimentos sociais, que podem criar ou estimular mudanças para a sociedade. Assim podemos entender os movimentos sociais como um conjunto de agentes, da sociedade, organizados e que lutam em prol de políticas sociais e públicas justas e igualitárias, cujos beneficiados são toda uma classe ou uma categoria da sociedade. Pode-se concluir que os movimentos sociais, por meio de seus atores, são o palco decisivo e determinante para o agendamento e implementação de ações governamentais a favor da sociedade. Surgem assim, o conceito, talvez norteador de toda a pós: Participação, como a necessidade e direito intransferível do cidadão de  lutar e exigir melhores condições de vida e de igualdade. Citando o site Wikipédia, encontramos o seguinte conceito de movimentos sociais:

Observa-se que as mobilizações na esfera pública são fruto da articulação de atores dos movimentos sociais localizados, das ONGs, dos fóruns e redes de redes, mas buscam transcendê-los por meio de grandes manifestações na praça pública, incluindo a participação de simpatizantes, com a finalidade de produzir visibilidade através da mídia e efeitos simbólicos para os próprios manifestantes (no sentido político-pedagógico) e para a sociedade em geral, como uma forma de pressão política das mais expressivas no espaço público contemporâneo. Alguns exemplos ilustram essa forma de organização, incluindo vários setores de participantes: a Marcha Nacional pela Reforma Agrária, de Goiânia a Brasília (maio de 2005), foi organizada por articulações de base como a Comissão Pastoral da Terra (CPT), o Grito dos Excluídos e o próprio MST e por outras, transnacionais, como a Via Campesina.
Em outras palavras, o Movimento Social, em sentido mais amplo, se constitui em torno de uma identidade  ou identificação, da definição de adversários ou opositores e de um projeto ou programa, num contínuo processo em construção e resulta das múltiplas articulações [...]. A idéia de rede de movimento social é, portanto, um conceito de referência que busca apreender o porvir ou o rumo das ações de movimento, transcendendo as experiências empíricas, concretas, datadas, localizadas dos sujeitos/atores coletivos.
Do ponto de vista organizacional, incluem várias redes de redes, como por exemplo, desde a Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas  (CONAQ ), criada em 1996, até as organizações das comunidades locais “mocambos ”, “quilombos ”, “comunidades negras rurais” e “terras de preto”, que são várias expressões de uma mesma herança cultural e social, e ONGs e associações que se identificam com a causa. Do ponto de vista da ação movimentalista, apresenta as várias dimensões definidoras de um movimento social (identidade , adversário  e projeto ): unem-se pela força de uma identidade étnica  (negra ) e de classe  (camponeses pobres) – a identidade; para combater o legado colonialista, o racismo  e a expropriação – o adversário; na luta pela manutenção de um território que vive sob constante ameaça de invasão, ou seja, pelo direito à terra comunitária herdada – o projeto. Nesse momento, unem-se também ao Movimento Nacional pela Reforma Agrária  na luta pela terra, mas mantendo sua especificidade, isto é, pela legalização da posse das terras coletivas.

Levando em conta o fato de Pinheiros ser uma cidade, consideravelmente nova, a presença de movimentos sociais sólidos, ativos e reconhecidos é pequena ou quase nula. Aqui o que encontramos são associações e grupos organizações, cujos membros se reúnem periodicamente para debater propostas e alternativas para melhoria da qualidade de vida de seus membros, sem, contudo, manifestar-se em prol do agendamento publico. Mesmo assim, optamos pelo tema, levando em consideração o próprio titulo da pós: GESTÃO DE POLITICAS PÚBLICAS EM GÊNERO E RAÇA . Trabalhando, avaliando, e, sobretudo, ouvindo esses grupos durante o nosso curso, talvez possamos fazer germinar em alguns as ideias e as características dos Movimentos Sociais.

Os grupos escolhidos foram:

·         Associação de capoeira Guerreiros da força – pela herança e forte ligação com os movimentos de negros e pelo grupo desenvolver vários projetos com a comunidade e outras instituições do município;
·         Associação de produtores rurais do Assentamento Olinda I – pela ligação com o MST, por grande parte dos representantes dessa luta ainda sofrerem forte discriminação e pelo grupo debater nas reuniões melhores condições para mulher do campo;
·         Associação de mulheres da comunidade Brunelli – 
·         COPBEM – Conselho Pinheirense do Bem Estar do Menor: ONg que atende crianças e adolescentes;
·         Grupo de mulheres do CRAS – Tem como objetivo proporcionar as mulheres uma melhor qualidade de vida, resgatando a valorização do seu potencial e a auto-estima que muitas vezes são desconhecido pelo grupo familiar e pela própria sociedade e ao mesmo tempo inseri-las no mercado de trabalho que é tão amplo e promissor.
·         Movimento de Lojistas, Igrejas e da sociedade contra a violência.